Better up than down
Pisses me off
Play it up
To turn me on
Then get me down
As I get on
I sense it down
To be doffed aside
Unable to lie by
Bitter enough
Won’t know better
Bitter again
Would be better
10.17.2007
Vou anotar aqui duas bandas que descobri recentemente para não esquecer: The Loved Ones, Latterman e The Swellers.Como é bacana ouvir um som e poder cantar junto.
A música The Odds, do Loved Ones, é muito boa. Pronta para entrar em qualquer seleção de mix tape.
Latterman tem um vocal furioso estilo Hot Water Music. Boa pra caralho.
Swellers é pra mostrar que o punk rock estilo NUFAN, NOFX, Lagwagon, etc etc, não desapareceu das guitarras, baixos e baterias da molecada.
10.15.2007
10.13.2007
Eu não sou fã bizarro de quadrinhos. Gosto de um ou outro super-herói. Já li Spirit, X-Men, Homen-Aranha, Batman, Sandman, Preacher, The Originals, etc etc. Sou fã do Batman. De todos, é o único que não tem superpoderes, não nasceu em outra galáxia, e, tampouco, é um mutante com força sobre-humana.Não, o Batman é um cara puto da vida porque os pais foram assassinados num assalto. A raiva do episódio o transformou numa máquina de combate ao crime, viabilizada por seus “brinquedinhos” tecnológicos, não por poderes bizarros, frutos, somente, da imaginação ridícula de um nerd roteirista de quadrinhos.
Mas esse post, na verdade, não é para falar da minha predileção pelo Batman, mas para dizer que uma vez escrevi uma música chamada “Supermouse”, que tinha pouco mais de trinta segundos, e saiu numa coletânea de 101 bandas pela Oba Records, disponível somente em catálogo.
A letra falava sobre a vontade de me tornar Super-Homem para voar em direção à Felizlândia porque era complicado encarar a vida de maneira madura e responsável. Enfim, a velha e conhecida síndrome de Peter Pan antes do tempo. Mas esse tempo se foi e a responsabilidade veio, parida com dor, a fórceps de uma buceta apertada que não tava pronta para virar mãe e pai simultaneamente.
Enfim, a responsabilidade veio madura de uma hora para outra e cresceu em meio a uma ressaca filha da puta de vinho argentino barato. É uma responsabilidade ranzinza, reclamona, daquelas que espanta todo mundo de casa a chutes e palavrões.
Mas não sou mal-humorado, pelo contrário, levo tudo na esportiva e tento não encanar com nada. A única coisa que me deixa triste e fulo da vida é quando decepciono alguém que deveria apenas levar alegria e satisfação.
Ao contrário do que possa parecer esse post, não me considero igual ao Batman. Isso seria, simplesmente, ridículo. A comparação com algo irreal desenhada e burocrática seria reflexo de uma imbecilidade imponderável.
Esse é um post para falar de muitas coisas e não falar de absolutamente nada. Ser superficial e profundo ao mesmo tempo. Como Einstein disse uma vez: “Imagination is more important than knowledge”. E tenho dito.
PS: A série Batman dos anos 1960 não é considerada uma versão do herói. É uma obra pastel (pela cor e conteúdo), descaracterizada, que traz um ícone homo-gay. E em nada reflete o gastado vigilante que vê a raiva crescer a cada adversário derrubado.
10.11.2007
10.09.2007
Eu gosto de Fórmula 1. E gosto de ir ao autódromo assistir corrida de carro. Pensando na fome com a vontade de comer. Decidi que gostaria de trabalhar no GP, que decidirá o campeonato deste ano, marcado para o final de semana dos dias 20 e 21 de outubro.A Prefeitura de São Paulo abriu 250 vagas para trabalho peão no Autódromo de Interlagos, distribuídas da seguinte forma: segurança (80 vagas), auxiliar de limpeza (150 vagas) e encarregado de limpeza (20 vagas).
Pelos pré-requisitos impostos pela Secretaria Municipal de Trabalho, sou qualificado apenas para auxiliar de limpeza. Eles dizem, inclusive, que conhecimentos de inglês se destacarão na hora da seleção. Estou topando. Ganho uma grana e assisto ao GP de graça. Fantástico.
O problema é que eu estou em Brasília e a seleção ocorre somente amanhã, quarta-feira (10), em dois postos do Centro de Apoio ao Trabalhador, nos seguintes endereços: Liberdade - Rua Galvão Bueno, 782- e Interlagos - Avenida Interlagos, 6.122.
Alguém se habilita em passar por mim nessa fila e tentar ganhar o "emprego" para mim?
PS: É preciso levar carteira profissional, RG, certificado de escolaridade e currículo. Quem quiser acessar meu currículo basta ir ao seguinte endereço eletrônico: http://lattes.cnpq.br/8077793736393178
10.07.2007
Poesia musical. É possível?Wow and I say Wow
I want things and I want them now
Always broke I can't see how
I can stop this poorness ball
No fun at all
Give me money give me gold
It brings me happiness I'm told
I need experience in being rich and need it now
I need everything
I say wow..wow..wow and I say wow
Give me everything
I say wow..wow..wow and I say wow
Give me everything
Lots of money in the stock exchange
All of it outside my range
This fact really pisses me off
I could use a lot of stu
10.01.2007
Indignação fuleira
Hoje a Folha publicou um artigo do Luciano Huck sobre a violência em São Paulo. Ele verbalizou toda sua indignação por ter sido assaltado à mão armada. Dois meliantes levaram um rolex que estava no seu pulso; presente de aniversário da esposa.
No artigo, ele deixa implicito que este foi seu primeiro assalto. Ele tem 36 anos. Eu digo que bom. Teve sorte. Eu já fui assaltado 35298891203 vezes. Já botaram um .38 na minha barriga num ônibus lotado indo pro Mackenzie por causa de um relógio... não era um rolex, era um timex. Já levaram dinheiro, outro relógio, bonés diversos...
O Luciano Huck deveria estar sentindo-se aliviado de ter passado por esse estresse só uma vez. Cansei, peidei? No Brasil do Rolex, ele deveria sentir que participou da verdadeira distribuição de renda num país pobre e não sair ai dizendo que "isso não está certo".
Hoje a Folha publicou um artigo do Luciano Huck sobre a violência em São Paulo. Ele verbalizou toda sua indignação por ter sido assaltado à mão armada. Dois meliantes levaram um rolex que estava no seu pulso; presente de aniversário da esposa.
No artigo, ele deixa implicito que este foi seu primeiro assalto. Ele tem 36 anos. Eu digo que bom. Teve sorte. Eu já fui assaltado 35298891203 vezes. Já botaram um .38 na minha barriga num ônibus lotado indo pro Mackenzie por causa de um relógio... não era um rolex, era um timex. Já levaram dinheiro, outro relógio, bonés diversos...
O Luciano Huck deveria estar sentindo-se aliviado de ter passado por esse estresse só uma vez. Cansei, peidei? No Brasil do Rolex, ele deveria sentir que participou da verdadeira distribuição de renda num país pobre e não sair ai dizendo que "isso não está certo".
Eu sou jornalista. Trabalho no Palácio do Planalto fazendo a corbertura diária do G1, o site da TV Globo. Minhas atribuições são ficar atento aos passos do presidente da República, da chefe da Casa Civil, do ministro das Relações Institucionais, da Secretaria Geral e do Ministério das Relações Exteriores. Sou o que o jargão da cobertura de Brasília chama de "setorista do Palácio". Como fico fora da redação ou fora do "escritório", meus colegas de trabalho são profissionais de outros veículos (Globo, Folha, Estadão, Radiobras, Agência Leia, Record, SBT, Bandeirantes, CBN, Terra, etc etc).
O mais engraçado é que o ambiente, com cerca de 20 jornalistas, é dominado por gaúcho. É impressionante. Os três principais jornais (Globo, Folha e Estadão) têm "setoristas" gaúchos, aliás gaúchas. Existem apenas dois paulistas, eu e o outro repórter do Globo (o jornal carioca é o único que engessa dois jornalistas aqui no Planalto). O restante é de outros estados (Santa Catarina, Rio de Janeiro, etc). Candangos e goianos são ampla minoria.
Aqui se ouve sotaque de tudo quanto é lugar.
9.26.2007

Muitas vezes não tenho o que postar. Fico olhando, olhando na Internet e não acho nada que seja interessante suficiente para comentar. Visitei uns blogs sobre novas mídias e tecnologia. Diversos assuntos abordados: a rede e a importância de criar links entre a comunidade de blogs. O investimento de empresas em sites que servem de plataformas para blogs. O relevante papel dos blogs independentes. O desafio de sites como http://www.pownce.com/ e http://www.digg.com/ de atingir públicos não geek. O quanto movimenta a blogsfera e as companhias dotcom. Etc etc.
Eu fico me perguntando quão pioneiros os Estados Unidos são na matéria de investimentos, uso e difusão de conteúdo, mecanismos e ferramenta via Internet. Para o usuário brasileiro, existem dois mundos na Internet, o produzido em inglês e o em português. O conteúdo em inglês é extremamente rico, amplo e de fácil consulta. Em português, é exatamente o oposto.
Para dar um exemplo besta: Se você quiser detalhes rápidos da vida de Jean Paul Marat, excluindo as informações do Wikipedia, não se encontra nenhum site relevante produzido no Brasil sobre o revolucionário. Em inglês, abre-se um mundo de informação. Só posso constatar que o Brasil está longe de criar as bases de uma nova economia baseada no mundo virtual.
9.21.2007
9.11.2007
Está na Mônica Bergamo desta terça-feira:
NA MIRA
Assim como o banco Itaú, a Universidade Mackenzie quer manter seu logotipo em letras garrafais na cidade depois da Lei Cidade Limpa. A instituição recorreu à comissão que analisa casos que serão excluídos das novas regras para manter o círculo vermelho, com a letra "M" no meio, que fica na rua da Consolação. "O símbolo fica na cobertura, coisa que a gente está execrando. E me parece que não obedece os critérios para ficar lá, como ter mais de dez anos, boa qualidade gráfica e ser referência na região", diz Regina Monteiro, presidente da comissão. O Mackenzie não se manifesta sobre o tema.
Eu sou favorável a manter o M na Consolação. O Mackenzie tem status de instituição brasileira. Claro, por um único motivo: foi a escola que me abrigou durante o colegial. Rock on!
NA MIRA
Assim como o banco Itaú, a Universidade Mackenzie quer manter seu logotipo em letras garrafais na cidade depois da Lei Cidade Limpa. A instituição recorreu à comissão que analisa casos que serão excluídos das novas regras para manter o círculo vermelho, com a letra "M" no meio, que fica na rua da Consolação. "O símbolo fica na cobertura, coisa que a gente está execrando. E me parece que não obedece os critérios para ficar lá, como ter mais de dez anos, boa qualidade gráfica e ser referência na região", diz Regina Monteiro, presidente da comissão. O Mackenzie não se manifesta sobre o tema.
Eu sou favorável a manter o M na Consolação. O Mackenzie tem status de instituição brasileira. Claro, por um único motivo: foi a escola que me abrigou durante o colegial. Rock on!
9.03.2007
tiago is situated in macau's prestigious residential area at the tip of the macau peninsula
tiago is neither a spaniard nor a mestizo
tiago is situated in the center of the town it is surrounded by the alentejan plains
tiago is one of the most skilled drivers in fukenricen
tiago is a very welcome addition to the city's portfolio
tiago is situated in the center of the town
tiago is considered the unofficial patron of cocheros and jockeys
tiago is an outstanding soccer player
tiago is not only a hero to us
tiago is suspended after collecting a second booking
tiago is particularly worth a visit and our clients are made especially welcome
tiago is an exclusive 24 bedroom converted fortress dating back to 1740
tiago is in boston
tiago is a perfect reflection of sporting elegance which is an integral part of his lifestyle
tiago is a decent young midfielder
tiago is brazilian from porto alegre as well and we had studied together since 1st grade
tiago is a brazilian
tiago is flying back to portugal tomorrow for a tv show that is kind of like a talent show but better and he's going to play the guitar
tiago is a little bit like going back in time
tiago is recognized as the most charming spot in macau
tiago is one of the best we have at disguise and infiltration
tiago is seen wearing an n'sync shirt
tiago is going to drive in a car race or something
tiago is a very talented and skillful player
tiago is the president of flec
tiago is back
Tirando a parte de Macau, de Porto Alegre, usando a camiseta do N'Sync e aparecendo num show de TV de Portugal. Acho que a definição é correta, sou, de fato, um fabuloso jogador de futebol. Sou um ótimo agente infiltrado para operações secretas. Eu gostaria de voltar no tempo. Sou um meio-campo jovem e decente. Sou um baita piloto. E sou um herói, oras bolas.
PS: Esse sou eu em Pirenópolis (GO) num momento de refrescância antes de um almoção do sucesso com a patroa.
8.21.2007
A Newsweek publicou nesta semana fotografias de Jonathan Torgovnik que retratou mulheres que deram à luz a crianças frutos do estupro durante a guerra civil de Ruanda, que ocorreu há mais de 10 anos.Em cada foto, a mulher aparece ao lado do filho. Mulher porque nenhuma delas sente-se mãe. Abaixo das fotografias segue uma frase. Elas mostram um horror inimaginável.
Josiane Ruyange - "Tenho 27 anos. O genocídio começou quando eu tinha 15. Eu fui estuprada e como resultado tive um filho. Eu não odeio meu filho. Eu também não o amo. Mas eu acho que me sinto confortável ao lado dele. Eu sei que falhei como mãe por causa da pobreza. Às vezes olho a minha situação e vejo pessoas que mantiveram as suas famílias. Eu lamento não ter morrido no genocídio".
Annasalie Mukabayizera - "Após seis meses eu achei que estava grávida. Foi quando eu queria ter morrido. Eu pensei em me matar. Daí, eu pensei em ter o filho e matá-lo logo depois do nascimento. Mas quando eu dei a luz, vi que meu filho era tão lindo que eu passei a amá-lo imediatamente. Depois de um tempo, descobri que nós dois somos HIV positivos. Não há nada de ruim no mundo que nós não sabemos o que é".
Claudin Mukakalisa - "Vou ser honesta. Nunca amei esta criança. Quando eu lembro o que o pai dela fez comigo, eu penso que a única vingança seria matar essa criança. Eu não fiz isso. Ainda bem que eu não fiz isso. Eu me forcei a amá-la. Mas é impossível amar essa criança".
Aline Uwinbabazi - "Eu dei à luz, mas não amo essa criança. Sempre foi um problema. A filha da minha irmã morreu, mas a minha sobreviveu. Mais tarde descobri que tenho Aids. Minha irmã e mãe também têm Aids. Hoje eu tenho um desafio. Ser mãe quando não quero ser mãe. Eu não amo essa criança. Toda vez que eu olho para ela, eu lembro de cenas do estupro. Eu tento porque eu sei que ela é inocente. Eu tento amá-la, mas não consigo".
Claudine Mukamurenzi - "O mundo nos rejeitou quando estávamos tendo problemas. Eu ficaria feliz se o mundo nos ajudasse a levar justiça para todas as pessoas que nos causaram mal. Todas as vítimas de estupro, como eu, tornaram-se mãe sem estar preparadas para isso. O mundo, ao menos, poderia nos ajudar a cuidar dessas crianças".
Há um único testemunho um pouco positivos:
Verena Uwingabira - "Eu não sei quantos homens me estupraram. Só sei que depois de quatro meses, descobri que estava grávida. Eu fiquei tão mal que tentei me matar duas vezes. Mas uma voz dentro de mim me dizia: 'Olha, você não sabe porque você sobreviveu. Deve ter alguma razão para você ter sobrevivido.' Eu juntei coragem e dei à luz a uma criança que se parece comigo. Essa é a fonte da minha felicidade".
8.14.2007
Gosto de músicas que te faz pensar. Gosto ainda mais quando a música que te faz pensar é de uma banda que você gosta. Essa música abaixo, "Dopeman", me faz pensar. When the decision comes down what would you do? Ainda bem não tive que passar por essa experiência, nem de perto, nem de longe. A minha decisão foi fácil. Estudar para construir uma carreira honesta. Ponto. Mas e se a minha realidade fosse diferente. What would I do? E você faria o que? A foto aí do lado é uma cena cotidiana da cracolândia, em São Paulo.Less Than Jake - Dopeman
Dopeman dopeman's got another big plan
to sell it to you or anyone he can
because this is much better than minimum wage
no matter how things work he's still gonna get paid
think about it for a minute more -it's either work at McDonalds or the corner store
a quick money fix from a deal or 2
when a decision comes down
what would you do?
you take - take a welfare state
or a dopeman's fate
and keep the cycle spinnin' round
dopeman dopeman's got the upperhand
people wanna get as much as they can
because those reasons they'll always stay the same
and for some people it's the only way to stay sane
and think about it for a minute more -a life of crime or hangin' round the liquor store
a quick drug fix to get you through
when the decision comes down
what would you do?
8.09.2007

Pare* e pense. Tenho um leve sentimento de decepção. Ele surgiu e cresceu. Não foi hoje. Nem ontem. Nem anteontem. Mas não faz um ano. Nem um mês. Talvez algumas semanas. Não sei bem.
O texto telegráfico é interessante. Ele mostra um pensamento continuo. Sem fluxo. Porém retilíneo. Coeso, conciso e limitado. Diz tudo em parágrafos. Não impõe vírgulas. Nem apostos. Não precisa de explicação. Ele é auto-explicativo.
Eu, diferente, da telegrafia, sou prolixo e impreciso. Falo muito para explicar poucas ações. Penso em profusão. Não tenho sentido nenhum. O sentido vem em sentenças longas. Muitas vezes incorretas. Expostas em solavancos.
Essa introdução imobiliária, hipotecária, bancária e em rede, é só para preparar uma reflexão um pouco exaustiva. Uma reflexão sobre amizades e sobre distância e sobre crescimento e sobre amadurecimento e sobre família e sobre parceria.
Tenho sensações diversas quando descubro por telefone, e-mail, blog, mensagem de texto, voz ou dados que algo está diferente nas pessoas, na família, nos amigos que conheço, que cresci junto, mas que hoje crescem separadas. Fico triste ao saber que um casou ou que um reatou um namoro ou que um trocou de emprego ou que está brigado com alguém ou que está decepcionado/feliz com alguma coisa. Fico triste não por inveja ou por sadismo. Fico triste porque não pude estar lá para participar desse evento/emoção/reação. Simples assim. Fico triste ao saber que cada vez mais eu sei menos sobre meus amigos e sobre a minha família.
Antes eu tinha relatos cotidianos sobre o que se passava com todos eles. Hoje, está bem mais difícil. Sei apenas das grandes decisões, dos grandes eventos, das grandes avalanches. Nada de rotina. Nada de nada. E sei também que eles sabem cada vez menos das várias coisas que acontecem na minha vida. Não sabem sobre como é a minha relação no trabalho, como é idiossincrática e bela a vida com a minha namorada. Jamais saberão que no final de semana briguei com um flanelinha qualquer porque outro flanelinha qualquer amassou deliberadamente meu carro.
Enfim, queria estar mais presente. Mas diante da decisão de crescer longe resta manter-me atento à todas as grandes reflexões/eventos/emoções que acometem a todos. E continuar ligado no telefone, e-mail, blog, mensagem de texto, voz ou dados.
*Para ler essa mensagem é preciso sincronizá-la com a versão de Country Roads, feita por Me First and the Gimme Gimmes
7.29.2007
Abaixo seguem cinco músicas e discos que escutei nessa última semana.
Músicas:
Triple Trouble, Beastie Boys
Campfire Kansas, The Get Up Kids
Sinking, Rehasher
The Science of Selling Yourself Short, Less Than Jake
Mi Confession, Gotan Project
Discos:
Let’s Talk About Feelings, Lagwagon
On a Wire, The Get Up Kids
The Mix Up, Beastie Boys
Here’s to Shutting Up, Superchunk
Living in Darkness, Agent Orange
Músicas:
Triple Trouble, Beastie Boys
Campfire Kansas, The Get Up Kids
Sinking, Rehasher
The Science of Selling Yourself Short, Less Than Jake
Mi Confession, Gotan Project
Discos:
Let’s Talk About Feelings, Lagwagon
On a Wire, The Get Up Kids
The Mix Up, Beastie Boys
Here’s to Shutting Up, Superchunk
Living in Darkness, Agent Orange
7.24.2007
Hoje fui trabalhar ouvindo uma canção maneiríssima que me deixa muito contente e animado para a labuta: "Campfire Kansas". A música descreve uma viagem de bote inflável rio abaixo. Um cenário bucólico com árvores, passarinhos, o sol aquecendo uma brisa levemente gelada e as estrelas adornando o cenário.
Sempre que ouço essa música tenho duas recordações, a primeira diz respeito aos contos de Hemingway sobre as aventuras de Nick Adams pescando e caçando em alguma parte de Michigan. A segunda é uma história de Charlie Brown sobre um dia num acampamento. A turma disputa uma corrida de canoas, tem que se virar para fazer um fogo no meio da floresta, passa frio, calor, apuros, mas se diverte como nunca. O filme se chama "Run For Your Life, Charlie Brown", lançado em 1977. Eu queria me divertir como o Snoopy no desenho abaixo.
woke up at eight, started the fire
had a few drinks, we all felt inspired
jumped in the stream, our shoes and canteens
the water was bitter cold
laid in the raft till it started moving
the current just sang, the song was so soothing
we stopped along the way
on a beach in the sun on a beautiful day
our boats collide, we'd feel the breeze
we'd stay afloat and make the most of everything
by noon we had swung the ropes in the woods
missed all danger, snakes and the floods
burnt by the rays and next to our legs, the water so bitter cold
lunch had been saved along with the lighters
wet cigarettes serve us as reminders
never trust a man with the food, change of clothes, and a drink in his hand
our boats collide, we'd feel the breeze
we'd stay afloat and make the most of everything
the sun would set, the stars would shine
the trees would shake, we'd all feel fine
let's take the moon and make it shine for everyone
we laughed away the sunburn
as we laughed away the day
what we lost means nothing
for the memories will stay
caught the last bus with no time to linger
driver seemed to be missing a finger
i turned and looked away to the bus, gravel road and a beautiful day
our boats collide, we'd feel the breeze
we'd stay afloat and make the most of everything
the sun will set, the stars would shine
the trees would shake, we'd all feel fine
let's take the moon and make it shine for everyone
let's take the moon and make it shine for everyone
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